Mostrando postagens com marcador Teologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teologia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de abril de 2012

Palestra de Antropologia Missiológica


1.      Antropologia é a ciência que estuda o Homem em sua constituição biológica, social, política, religiosa, cultural e científica.

 2.      Missiológica por que direciona este estudo às finalidades soterológicas, ou seja, salvacionistas. A antropologia missiológica pesquisa as origens do homem, procurando saber por que se tornou como é. O que deve ser mudado nele no que respeita à suas relações com Deus. Como pode a teologia auxiliar na salvação deste homem.

3.      É importante ao teólogo ter ciência que o “homem em estudo” já está em processo decadente. Não temos um primata à nossa frente, e sim, o homo sapiens, ou, homem racional, socialializado, localizado dentro de sua cultura e viciado no pecado. É um produto acabado, ou seja, é um pecador. Este pecador de hoje foi um inocente outrora. No princípio, Deus criou um ser vivo utilizando-se do pó da terra. Seu nome era Adão e significava humanidade. Este primeiro homem foi gerado em estado de inocência, portanto, sem culpa.

4.      Diferente dos anjos, cuja natureza é simples (espiritual), o homem possui natureza composta (matéria e espírito). Esta dicotomia humana o situa em dois mundos, a terra e o céu. Um é etéreo, o ou outro é físico. Um é eternal e o outro é temporal. Um se regula por relacionamentos e ou outro por leis. Um é orgânico e o outro é químico. O primeiro permanece, o segundo, passa.

5.      Este primeiro homem foi instalado em um lugar paradisíaco, nutrido por toda sorte de árvores frutíferas, e duas em especial: da Vida e do Conhecimento. Uma era Vital e a outra era Mortal. Aquela que manteria o homem vivo o ligava ao mundo de Deus, era lícita. A outra mataria o homem, ligando-o ao mundo sem Deus. Adão ficaria em estado ideal, caso não comesse do fruto gnosiológico, ou, do conhecimento.

6.      O estado idílico, ou eidético, ou edênico, mantinha Adão em comunhão com o céu. Ele não era perfeito, contudo, não tinha defeitos. Adão era perfectível, portanto, passível de errar. Mas esta possibilidade de errar (pecar em grego), fora reduzida ao mínimo, já que Deus lhe dera autonomia existencial. Tudo era lícito ao homem. Ele era a coroa da criação, senhor das criaturas terrenas, o cabeça da raça. Sua palavra seria viva, seus pensamentos seriam nobres, suas atitudes seriam plausíveis e sua postura, criacional. Havia um único porém: Faltaria o contraditório.

7.      Adão viveu “n anos” nesse estado perfectível. A bíblia chama esta época de “sexto dia”, tempo suficiente para ele nomear todos os animais e tomar consciência de sua solidão. Neste dia, Deus formou um outro ser humano, de gênero feminino, e o trouxe para o homem. (A necessidade deste outro ser dá mostras da imperfeição de Adão, uma vez que não encontra em si mesmo o subsídio para a solidão). Este novo ser foi chamado Eva, que significa vida. Dela viriam os filhos de Adão, dando aos homens um status existencial superior aos anjos, já que poderia dar a vida a outro ser a partir de si mesmo, coisa impossível aos anjos. Ambos viviam sem culpa, logo, tinham natureza inocente.

8.      O estado de inocência igualava o homem ao lugar em que moravam. No Édem, jardim de Deus, não havia o pecado e suas consequências. Mas a existência da árvore do bem e do mal instigou Eva à prática do erro. Por tentação de Satanás, a mulher comeu do fruto proibido. Até aí, não estava a morte no mundo. Sendo apenas Eva a comer do fruto, não havia pecado racial, somente pecado pessoal. A ordem para Eva vinha de Adão, logo, ele deveria aplicar-lhe a pena capital, privando-a da árvore da vida e banindo-a do jardim. Mas ele também comeu, sem a tentação de Satanás, e ciente da proibição direta que Deus lhe dera. Naquele instante o pecado entrou no mundo, e com ele, suas consequências. O estado de inocência desapareceu e Adão tornou-se pai dos pecadores.

9.      A decadência ocasionada pela queda de Adão generalizou-se em toda sua descendência. Sendo banido por Deus daquele mundo paradisíaco, Adão viu-se privado dos frutos vitalizantes, e a terra amaldiçoada por sua causa, não germinaria gratuitamente o alimento para os pecadores. Agora, no mundo sem Deus, o homem terá pouco tempo de fôlego, e após muita fadiga, voltará ao pó, morto para sempre. A única forma de continuar vivo será gerando filhos, i é, dando de sua vitalidade para outro e depois, partindo só para o além.

10.  Este além é um mundo sem luz, onde a parte imaterial do homem sente-se aprisionada, uma vez que foi destituída do corpo. Chamam-no de túmulo, sepulcro e sheol, ou, morada dos mortos. Ali a decadência do homem alcança seu degrau mais baixo. Isto por que o pecado é um processo desumanizador, ou seja, todo o tesouro divino depositado no homem é desvalorizado, ao ponto de não restar o menor traço da identidade espiritual que Deus imprimiu-lhe. É uma espécie de demonização, onde o ser humano transfigura-se em ser diabólico e satânico, voltado para a morte, que é a vida sem Deus e a oposição a Deus.

11.  Daí ser a história do homem uma tragédia, marcada pelo pecado e o distanciamento de Deus. Presente neste mundo está Satanás, com sua tirania multimilenar e afronta contínua ao Criador. Este opositor de trevas mantém um principado na terra, acorrentando os homens e suas instituições a seu império de morte. Toda tentativa humana em busca do paraíso perdido, ou seja, aos benefícios da vida presente, resultam em corrupção, ganância, ódio, guerras, morticínio, e outras ramificações da maldade. Se os homens instituem um Estado, Satanás o torna opressor, lançando mão da política, da cultura, da educação, da ciência e da religião. Se os homens organizam uma sociedade, Satanás espalha a discórdia, a competição desleal, a concorrência nefanda e a desconfiança mútua. O mundo sem Deus, tendo Satanás como príncipe e os pecadores como súditos foi o resultado da escolha adâmica naquele dia da queda humana.

12.  Há, contudo, um trunfo divino na história humana: Livre arbítrio! Foi por escolha de Adão que o pecado entrou no mundo. É por decisão de Cristo que o pecado sai. Como por um homem o pecado reina, por outro homem o perdão prevalece. O perdão é superior à culpa, e anula o pecado. Ainda que o pecador esteja perdido em meio à sujeira e à lama de seus atos, Cristo tem autoridade para perdoá-lo, inocentando-o de seus erros, e levando-o de volta ao estado paradisíaco, ou seja, de comunhão com Deus. Este perdão de Cristo é anunciado no Evangelho, o anúncio de Deus ao mundo de que o pecado foi vencido na cruz de Jesus Cristo.
  
13.  Jesus, filho de Maria e José nasceu por milagre do Espírito Santo. Ele descende de pais humanos e remonta sua ancestralidade até Adão. Ele tem sua entrada no mundo em analogia à entrada de Adão, uma vez que assim como Adão veio de Deus, também Cristo de Deus veio. Ambos têm o mesmo Pai, e são fruto do Espírito de Deus, o sopro de Deus. Se a terra é mãe de Adão, Maria também é pó, também é terra. Se o primeiro era inocente em seu estado existencial, o segundo além de ser inocente, assim permanece para sempre. O fato de Cristo haver nascido biologicamente dá-lhe irmandade com todos os homens. E ter nascido em pleno governo romano, dá-lhe algemas políticas tanto quanto a nós. Ter vivido em cultura judaica o condiciona tanto quanto a nós. Ser chamado de rabino o aproxima de nossas religiões. Cristo é verdadeiro homem, co-existente com o Eterno e conosco, por isso, pode fazer ponte entre a terra e o céu.

14.  Uma vez perdoados de nossos pecados, somos emancipados do poder de Satanás, e enviados pelo mundo com a palavra do Evangelho. Estamos autorizados por Deus a salvar o que tem se perdido, libertar o que estiver cativo, alimentar o faminto, ressuscitar quem morto estiver. Este envio ao mundo decaído é uma missão, ou tarefa missionária. É encontrar o pecador envolvido com a política satânica e despertá-lo de sua indolência. É gritar a plenos pulmões que o tempo está cumprido e o Reino de Deus chegou a nós. É enfrentar as legiões de Satanás e participar da vitória do Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo.

15.  A salvação de Jesus Cristo abarca o homem todo, significando que nenhuma unha do pecador pode permanecer no Egito, ou, serviço ao pecado. O homem todo quer dizer alma, corpo e espírito. Quer dizer sua casa e seus empreendimentos, seus sentimentos e intenções, seu presente e futuro, suas renúncias e ganhos. O homem todo quer dizer sem reservas e parcialidades, por que foi assim que Jesus entregou-se por nós. Ele inteiro deu-se pelo pecador, sorvendo nosso veneno e morrendo nossa morte. Ele esteve por três dias no mundo dos mortos, aprisionado no sepulcro. Mas ao terceiro dia deus o levantou do túmulo, e deu-lhe autoridade sobre a morte e o inferno. Também o assentou à sua direita dizendo-lhe que permaneça ali até que haja posto todos seus inimigos por apoio a seus pés. Seu reino não tem fim, por que ele está vivo para sempre...

16.  O missionário é o amigo de Jesus Cristo, e pode falar dele livremente, a todos os homens, em todos os lugares, e qualquer ocasião. Não precisa preocupar-se com o túmulo, pois está vivendo e reinando com Cristo. Pode falar com o Pai a qualquer momento, sobre qualquer assunto, pois conta com a mediação de Jesus e a assistência do Espírito Santo até que sua vida terrena chegue ao fim. O missionário é amado pelo Pai, e pode confiar na bondade de Deus para agraciá-lo em meio às vicissitudes e tentações do inferno. Será guardado do mal e receberá a coroa da vida.

17.  Mas é preciso manter-se leal até o fim, não se esquecendo de sua vocação e eleição. Deve batalhar pela fé, lutando com feras, serpentes e escorpiões. Sustentar a verdade ao custo de sua existência terrena e não ter por preciosa nenhuma de suas posses. Poderá sofrer desventuras, pesares, tristezas e revezes. Nunca poderá confiar em suas próprias habilidades, mas colocá-las ao serviço de Jesus Cristo. O missionário é um peregrino em terra alheia, e seu endereço certo está no céu.

18.  Que Deus norteie seus filhos à vocação missionária, dando-lhes chamado ao campo em colheitas, eis minha singela oração, em nome de Jesus Cristo, Senhor Eterno.


Rogério de Sousa

Palestras de Administração Eclesiástica



A Igreja é una, santa, universal e apostólica; uma comunidade espiritual, mística, socialmente organizada e fundada por Deus através de Cristo. Os que a ela pertencem confessam haver um só batismo, esperam a ressurreição dos mortos e a vida eternal no mundo vindouro. Formam um só corpo – homens e mulheres que externamente constituem uma verdadeira comunidade social e histórica, salvos e santificados por Deus para conhecê-lo e santamente servi-lo; pessoas humanas que renovam sua espiritualidade cada vez que se reúnem em nome de Cristo, seja para ministrarem o culto, seja para deliberarem sua administração;

1º.    Cabe ao administrador eclesiástico dominar a matéria em pauta, tendo em mente que sua liderança deve preservar a Unidade da Igreja. Daí, ser preciso conceituar Igreja, Denominação e Ministério.
a.       Igreja é o Corpo de Cristo, constituído pela totalidade dos cristãos no mundo inteiro, indiferente da profissão eclesiástica.
b.      Denominação é uma parte do Corpo de Cristo constituído por minorias cristãs embandeiradas sob uma identificação eclesiástica, conforme a visão do fundador.
c.       Ministério é uma ramificação pessoal de um líder cristão, cujo fim remonta-se á visão do ministro-mor.

Segue-se que o administrador eclesiástico deverá desenvolver filtros eclesiológicos para não “rachar” a comunhão cristã devido a um *preconceito sectarista. Todo administrador eclesiástico deve desenvolver a visão de Corpo Inteiro, além da concepção de membro isolado.

2º.    Cabe ao administrador eclesiástico adestrar sua liderança pelo ideal da santidade, que significa manter a Igreja distinta da sociedade mundana. Ainda que o serviço cristão seja intra-mundano ele se mantém acima da corrupção terrena. Os apelos da politicagem e da propaganda secularista não podem concorrer com o trabalho de amor e piedade que os santos desenvolvem na sociedade.

3º.    Cabe ao administrador eclesiástico expandir a universalidade da Igreja, significando isto que, muito ao contrário de fechar as portas do diálogo, deve ele abrir-se para o contato com todos os homens, mesmo com os contrários ao Evangelho. Somente pela abertura ao diálogo poderá o cristianismo romper com os dogmas religiosos impostos por lideranças sectaristas. O fechamento dentro de si não converterá o mundo para Cristo.

4º.    Cabe ao administrador eclesiástico sustentar o trabalho missionário. Ele enviará ganhadores de almas ao campo e garantirá o suprimento aos voluntários da causa. Por palavras e obras mobilizará contingente e recursos para manter esta obra viva.

5º.    Cabe ao administrador eclesiástico conduzir a espiritualidade cristã “em bloco”, ou seja, comunitariamente. Todo cuidado pastoral deve evitar privilégios para grupos localizados ou membros carismáticos, o que deterioraria as relações fraternais. É em comunidade que o Espírito Santo fenomenaliza a Palavra, o Canto e a Prece.

6º.     Cabe ao administrador eclesiástico preservar o caráter místico da Igreja, cuidando para que o estudo sistemático das doutrinas cristãs, o conhecimento filosófico e teológico não descambe para o cientificismo frio e a ortodoxia morta. O Corpo deve manter-se vivo e respirando a atmosfera do adorado Espírito Santo.

7º.    Cabe ao administrador eclesiástico manter a organização da Igreja conforme os modelos deixados por Cristo em o Novo Testamento. Esta organização regula as relações entre as ordens ministeriais, a membresia e a sociedade em volta. Nunca pode o administrador eclesiástico descuidar-se das relações públicas, deixando que Satanás prevaleça com o ódio em lugar da concórdia.

8º.    Cabe ao administrador eclesiástico batizar regularmente todos os convertidos à fé cristã, seguindo a fórmula ensinada no Evangelho, que dita: “Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. Este batismo é válido ad infinitum e não precisa ser renovado, uma vez efetuado com o consentimento e ciência do batizando.

9º.    Cabe ao administrador eclesiástico perpetrar o ensino sobre a ressurreição dos mortos e a vida eterna. Eles são emblemas de nossa pregação no mundo todo desde a revelação de Jesus Cristo e precisam ser artigo de fé em todos os corações cristãos. A vinda de Cristo em sua glória deve ser lema de todo administrador eclesiástico.

10º.           Cabe ao administrador eclesiástico integrar homens e mulheres com a sociedade civil, estimulando a vocação de cada um com vistas ao desenvolvimento pleno da história humana, significando isto o envolvimento pessoal da cristandade com as estruturas do Estado e da Igreja.

11º.           Cabe ao administrador eclesiástico embasar o conhecimento teológico dentro das premissas de santidade e serviço, mantendo a dicotomia da vida que é: “saber e fazer”. Ainda que o conhecimento de Deus seja de caráter contemplativo, para a Igreja é máxime que a ciência sirva à causa cristã.

12º.           Cabe ao administrador eclesiástico reunir a cristandade “em nome de Cristo”, em qualquer lugar que houver dois ou mais irmãos, concitando-os à espiritualidade e renovação da comunhão.

13º.           Cabe ao administrador eclesiástico ministrar o culto ao Senhor, respeitando as liberdades individuais e estimulando as vocações corporativas. Por culto deve-se entender todo e qualquer serviço cristão em honra a Cristo. O culto pode ter um caráter:
a.        Ritualista, seguindo as liturgias previamente estabelecidas;
b.      Devocional, seguindo os impulsos voluntários da alma e do Espírito Santo;
c.       Educacional, seguindo as metodologias de ensino e/ou discipulado;
d.      Beneficente, seguindo as necessidades dos santos e/ou pecadores;

14º.           Cabe ao administrador eclesiástico administrar a Casa de Deus, seguindo os princípios reguladores da comunhão cristã expressos em o Novo Testamento, pautando a conduta do povo de Deus no ensino dos Apóstolos e Profetas do Senhor, os quais deitaram suas vidas no combate desta fé. Para auxílio ao administrador eclesiástico, a Igreja deve munir-se de cinco livros:
a.       A Bíblia, a Palavra de Deus no Antigo e Novo Testamento. Escrita por homens preparados e supervisionados pelo Espírito Santo. Possui autoridade divina infalível em todos os assuntos que abordam. Deve ser aceita como instrução divina em tudo o que afirma. Obedecida, como penhor divino, em tudo o que promete. Tendo sido verbal e totalmente dada por Deus, a Bíblia não apresenta erro ou falha em nada que ensina, quer naquilo que afirma a respeito dos atos de Deus na criação e nos acontecimentos da história mundial, quer na própria origem literária sob a direção de Deus, quer ainda no testemunho que dá sobre a graça salvadora de Deus na vida das pessoas;













b.      O Estatuto Social, documento que registra a existência da Igreja ante o Estado. Ele deverá conter os seguintes capítulos:
CAPÍTULO I     -  DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS
CAPÍTULO II     -   DOS MEMBROS DA IGREJA, ADMISSÃO, TRANSFERÊNCIA E DESLIGAMENTO
CAPITULO III    -   DOS DIREITOS E DEVERES DOS MEMBROS
CAPÍTULO IV   - DA ASSEMBLÉIA GERAL
CAPÍTULO V    -  DA DIRETORIA
CAPÍTULO VI   -  DO CONSELHO FISCAL
CAPÍTULO VII  - DOS MINISTÉRIOS
CAPÍTULO VIII – DO PATRIMÔNIO E DA RECEITA
CAPÍTULO IX   - DAS DIVERGÊNCIAS DOUTRINÁRIAS
CAPÍTULO X     - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

c.       O Livro Ata, constando data de fundação da Igreja e membros fundadores, Neste livro será registrado o histórico da Igreja, conforme deliberações em assembléias gerais ordinárias e extra-ordinárias.

d.      O Livro Caixa, constando de entradas e saídas financeiras da Igreja. Nele deve ser registrado toda movimentação econômica, sem exceções nem abertura para “caixa dois’”.

15º.           Por fim, cabe ao administrador eclesiástico pastorear o rebanho de Cristo, sabendo que é seu dever aperfeiçoar a conduta cristã com vistas ao modelamento de uma Igreja onde:
a.       a liberdade de consciência criará uma nação cristã robusta;
b.       a verdade não será mascarada para servir ao interesse dos covardes;
c.       a vontade popular, disciplinada pelo Evangelho, será um testemunho contra os impulsos idolátricos;
d.      a justiça será acatada e elevada;
e.       a administração pastoral embasará sua legitimidade na cultura da inteligência espiritual, diplomacia pluriconfessional e desenvolvimento valorativo das faculdades humanas;
f.         a liberalidade orçamentária constituirá o mais reprodutivo emprego da riqueza eclesiástica;

Rogério de Sousa